ZOOM CRM – Customer relationship management (CRM)

Customer relationship management (CRM)

Customer relationship management (CRM) is an approach to managing a company’s interaction with current and potential customers. It uses data analysis about customers’ history with a company and to improve business relationships with customers, specifically focusing on customer retention and ultimately driving sales growth.1

One important aspect of the CRM approach is the systems of CRM that compile data from a range of different communication channels, including a company’s website, telephone, email, live chat, marketing materials, and more recently, social media.2 Through the CRM approach and the systems used to facilitate it, businesses learn more about their target audiences and how to best cater to their needs. However, adopting the CRM approach may also occasionally lead to favoritism within an audience of consumers, resulting in dissatisfaction among customers and defeating the purpose of CRM

 

Plateau Mecanique Montreal e Lisboa

Malin Maria Åkerman (Pronuncia em suéco: AFI; Estocolmo, 12 de maio de 1978) é uma atriz, modelo e cantora sueco-canadense. Ela nasceu em Estocolmo, na Suécia, e se mudou para o Canadá com dois anos de idade. Quando criança, apareceu em vários comerciais de televisão antes de ganhar um contrato como modelo aos dezesseis anos de idade. Åkerman começou a carreira de atriz com sua estreia na série de televisão canadense Earth: Final Conflict em 1997, depois fez aparições em várias outras produções canadenses. No início de 2000, teve muitos papéis na televisão e em filmes, incluindo The Utopian Society (2003) e Harold & Kumar Go to White Castle (2004). Após um papel coadjuvante na série de comédia de curta duração The Comeback (2005), Åkerman ganhou seus primeiros papéis principais nos filmes The Heartbreak Kid (2007) e 27 Dresses (2008).

Åkerman foi escalada como Silk Spectre II no filme de super-heróis Watchmen, de 2009, um papel para o qual foi nomeada para um Saturn Award de Melhor Atriz Coadjuvante. No mesmo ano, Åkerman teve papéis de apoio nos filmes The Proposal e Couples Retreat, dois sucessos comerciais que renderam-lhe críticas mistas negativas. Em 2010, ela se tornou parte do elenco principal da série de comédia Childrens Hospital. Malin atuou em quatro filmes em 2012, incluindo o filme musical Rock of Ages. Além de atuar em ocasionais produções, Åkerman teve uma breve carreira musical como vocalista da banda de rock alternativo The Petalstones, mas eventualmente a deixou para se concentrar em sua carreira de atriz. É casada com o baterista da banda, Roberto Zincone, desde 2007.

 

Atualidade & Noticias de Portugal

Portugal, oficialmente República Portuguesa,9[nota 9] é um país soberano[nota 10] unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte. O território português tem uma área total de 92 090 km²,10 sendo delimitado a norte e leste por Espanha e a sul e oeste pelo oceano Atlântico, compreendendo uma parte continental e duas regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Portugal é a nação mais a ocidente do continente europeu. O nome do país provém da sua segunda maior cidade, Porto, cujo nome latino-celta era Portus Cale.1112

O território dentro das fronteiras atuais da República Portuguesa tem sido continuamente povoado desde os tempos pré-históricos: ocupado por celtas, como os galaicos e os lusitanos, foi integrado na República Romana e mais tarde colonizado por povos germânicos, como os suevos e os visigodos. No século VIII, as terras foram conquistadas pelos mouros. Durante a Reconquista cristã foi formado o Condado Portucalense, estabelecido no século XI por Vímara Peres, um vassalo do rei das Astúrias.13 O condado tornou-se parte do Reino de León em 1097, e os condes de Portugal estabeleceram-se como governantes independentes do reino no século XII, após a batalha de São Mamede.14 Com o estabelecimento do Reino de Portugal em 1139, cuja independência foi reconhecida em 1143. Em 1297 foram definidas as fronteiras no tratado de Alcanizes, tornando Portugal no mais antigo Estado-nação da Europa.1516 Nos séculos XV e XVI, como resultado de pioneirismo na Era dos Descobrimentos (ver: descobrimentos portugueses), Portugal expandiu a influência ocidental e estabeleceu um império que incluía possessões na África, Ásia, Oceânia e América do Sul, tornando-se a potência económica, política e militar mais importante de todo o mundo. O Império Português foi o primeiro império global da História17 e também o mais duradouro dos impérios coloniais europeus, abrangendo quase 600 anos de existência, desde a conquista de Ceuta em 1415,18 até à transferência de soberania de Macau para a China em 1999. No entanto, a importância internacional do país foi bastante reduzida durante o século XIX, especialmente após a independência do Brasil, a sua maior colónia.

Com a Revolução de 1910, a monarquia terminou, tendo desde 1139 até 1910, 34 monarcas. A Primeira República Portuguesa foi muito instável, devido ao elevado parlamentarismo. O regime deu lugar à ditadura militar devido a um levantamento em 28 de maio de 1926. Em 1933, um novo regime autoritário, o Estado Novo, presidido por Salazar até 1968, geriu o país até 25 de abril de 1974. A democracia representativa foi instaurada após a Revolução dos Cravos, em 1974, que terminou a Guerra Colonial Portuguesa. As províncias ultramarinas de Portugal tornaram-se independentes, sendo as mais proeminentes Angola e Moçambique.

Portugal é um país desenvolvido,19 com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado como muito elevado. O país foi classificado na 19.ª posição em qualidade de vida (em 2005),20 tem um dos melhores sistemas de saúde do planeta e é, também, uma das nações mais globalizadas e pacíficas do mundo.21 É membro da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia (incluindo a Zona Euro e o Espaço Schengen), da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Portugal também participa em diversas missões de manutenção de paz das Nações Unidas.

A empresa Piscinas surgiu em 2001 em Portugal

A empresa Piscinas surgiu em 2001, como uma pequena fábrica, com apenas 5 modelos de piscinas, hoje temos cerca de 35 modelos de piscinas, e mais 35 modelos em preparação para futura produção, assim como reservatórios de água, que em breve estarão no nosso site.

O nosso objetivo é priorizar o cliente, dando-lhe o melhor produto e atendimento, assim, determinamos revendas no estado.

Writing Effective Information Security Policies for IT Bank

Writing Effective Information Security Policies

Writing effective information security policy is more than just laying down a set of rules and procedures; it’s a process unto itself, whose goal is to create a dynamic instrument that will protect a financial institution’s most precious asset – information.

Fortunately, resources exist to assist chief information security officers in formulating effective policy, such as Information Security Governance: Guidance for Boards of Directors and Executive Management, 2nd Edition, published in 2006 by the IT Governance Institute and available for free download at www.itgi.org.

The guidance includes actions that boards and executive management can take to ensure effective information security governance. It includes five positive outcomes of a successful information security program: information security is aligned with business strategy to support the business; risks are managed to reduce impacts on information; resources are managed by using information security knowledge and infrastructure effectively and efficiently; information security governance metrics are used to measure, monitor and report progress; information security investments deliver value to the business.

Information security policy is the focal point for establishing and conveying security requirements. It sets the tone for the information security practices within an organization, defining appropriate behavior and setting the stage for the security program. A consistently applied policy development framework exists that guides formulation, rollout, understanding and compliance.

Senior management is responsible for establishing and enforcing a formal, written information security policy including standards, procedures, guidelines and rules of use.

A good policy document includes the overall importance of security within the organization, identifies what is being protected, identifies key risks and mechanisms for dealing with those risks and provides for ongoing and regular monitoring and feedback to ensure the polices are enacted and enforced. Regular updates are needed to reflect changing business needs and practices. The policy enumerates the roles and responsibilities of all information systems users for protecting the confidentiality, availability and integrity of information assets. It must set out management’s objectives and expectations for information security in clear, unambiguous terms, along with the implications of noncompliance. Its existence also demonstrates management’s commitment to information security. To ensure ongoing applicability and relevance, the policy statement needs to be reviewed and updated on an annual basis. Failure to update may demonstrate a lack of management commitment to information security, or the general lack of processes to manage organizational governance.

The policy clearly states overall objectives and requirements for information security, scope (organization units, information assets), roles and responsibilities for each relevant party (e.g., asset owners, users, trustees), and any possible conditions for exceptions. The information security policy framework serves to support more extensive statements of information security standards, practices and procedures.

Rather than viewing information security policy as a single document, it will help to view the policy as a three-part suite—the policy document, the standards document, and the procedures document, writes Mark Ungerman, director of product management at Symantec Corp., in a white paper.

The information security policy document details why a corporation needs a policy in the first place. The standards document outlines what will be done to ensure security of information and assets. Finally, the procedures document becomes the how-to portion, showing the methodology in achieving the set standards.

The information security policy itself provides a brief overview of the organization’s philosophy regarding security, writes Ungerman. Usually only around two pages long, the policy is the shortest of the three documents, but it is critically important in setting the stage for the other two documents. “The framework for the entire suite of documents rests in the policy’s ability to define to whom and what the policy applies, provide a general description, illustrate the need for adherence, and detail the consequences for nonadherence,” says Ungerman.

The information security policy also details the consequences of noncompliance in regards to government regulations and standards. Once complete, the information security policy should be reviewed, approved, and signed by the most senior manager in the organization.

The information security standards document considers what needs to be done to implement security measures. This document covers the physical, administrative, and technical controls designed to secure information assets. It is important that in detailing security controls, end-user productivity is considered. Controls should be designed to maximize both information protection and employee efficiency. Much like the policy document, the information security standards document will unlikely be altered. Only the introduction of new systems, applications, or regulations would require amendments to this document.

The final piece of the security suite—the information security procedures document— takes the controls outlined in the standards document and shows how each control will be implemented and managed. Since the implementation of any of these items may require several procedures and tasks, each of these steps must be approached and listed. Since the business environment is continually changing, this document will similarly undergo frequent changes to match the corporation’s security needs.

Art as expression in Canada

Art as expression

The view that “art is imitation (representation)” has not only been challenged, it has been moribund in at least some of the
arts for more than a century. It was subsequently replaced by the theory that art is expression. Instead of reflecting states of
the external world, art is held to reflect the inner state of the artist. This, at least, seems to be implicit in the core meaning
of “expression”: the outer manifestation of an inner state. Art as a representation of outer existence (admittedly “seen through a
temperament”) has been replaced by art as an expression of humans’ inner life.

But the terms “express” and “expression” are ambiguous and do not always denote the same thing. Like so many other terms,
“express” is subject to the process–product ambiguity: the same word is used for a process and for the product that results
from that process. “The music expresses feeling” may mean that the composer expressed his feeling in writing the music or
that the music when heard is expressive (in some way yet to be defined) of human feeling. Based on the first sense are theories
about the creation of art. Founded on the second are theories about the content of art and the completion of its creation.

Art is a diverse range of human activities in creating visual, auditory or performing artifacts (artworks), expressing the author’s imaginative or technical skill, intended to be appreciated for their beauty or emotional power.12 In their most general form these activities include the production of works of art, the criticism of art, the study of the history of art, and the aesthetic dissemination of art.

The oldest documented forms of art are visual arts, which include creation of images or objects in fields including today painting, sculpture, printmaking, photography, and other visual media.

Architecture is often included as one of the visual arts; however, like the decorative arts, or advertising,3 it involves the creation of objects where the practical considerations of use are essential—in a way that they usually are not in a painting, for example.

Music, theatre, film, dance, and other performing arts, as well as literature and other media such as interactive media, are included in a broader definition of art or the arts.14 Until the 17th century, art referred to any skill or mastery and was not differentiated from crafts or sciences.

In modern usage after the 17th century, where aesthetic considerations are paramount, the fine arts are separated and distinguished from acquired skills in general, such as the decorative or applied arts.

Art may be characterized in terms of mimesis (its representation of reality), narrative (storytelling), expression, communication of emotion, or other qualities. During the Romantic period, art came to be seen as “a special faculty of the human mind to be classified with religion and science”.5

Though the definition of what constitutes art is disputed678 and has changed over time, general descriptions mention an idea of imaginative or technical skill stemming from human agency9 and creation.10

 

Aurora Linux Security Features

The security features that UNIX-like systems such as Linux rely on are making these systems clearly superior to the rest of OS’s on the market. These features encompass root account security measurements, enhanced file accessing options, advanced data verification, storage encryption and the list is not an exhaustive on. You can choose to watch now a surf shop be launched over the internet and expect for your Linux OS to better cope with the new website, rather than a Windows system, for instance.

First of all, all UNIX-like systems feature their very own root account, which stands for the single, unique account that can undergo administrative functions. The rest of the accounts on such a system are to be regarded as being unprivileged. In other words, these unprivileged accounts will not be able to bring users access to those files that are marked with appropriate permissions. Also, they will not enable users to launch any network services either. Searching for such access is similar to an unsuccessful cerco casa or serviced apartments in the center of Rome at low rates scenario.

As for the network ports, again, only the root account is able to launch network services that use port numbers that are lower than 1024. As for the rest of the accounts, any of them could start network services using port numbers that are higher than 1024. Users should create their own account and they should also create separate accounts for network services, so that access to system files can be done more easily.

Moreover, most UNIX-like systems are using a Pluggable Authentication Module which enables them to facilitate user access. All login attempts and all password changes will automatically trigger the previously configured PAM module in sequence.

As for file permission, all files and directories pertaining to a UNIC system are marked with three sets of file permissions. These permissions are used to establish the way these files can be accessed and the person who is entitled to access them, be it the owner, the group or other people. Each of these special sets of permissions could allow one to read, write and/or execute files or directories.

Most UNIX-like system files are usually owned by the root account, and the root account has the right to restrict or completely block access from the rest of the accounts. If one chooses not to modify these preset permissions, he or she will benefit from the advantages of this Linux security feature just like some people get to benefit from free government cell phones.

The Linux company ratings are currently going through the roof, as, officially, Linux has gone pro and it is not afraid to constantly boost its security features and cater to huge companies’ needs.

Regulamento Europeu Geral de Proteção de Dados (GDPR) em Portugal

O GDPR adotado pela Comissão Europeia no início deste ano será aplicado a partir de maio de 2018. A nova legislação irá atualizar a Diretiva Europeia de Proteção de Dados de 1995 e definir os parâmetros de proteção de dados pessoais.

A forma como os dados pessoais são definidos é um aspeto importante da nova lei. O novo GDPR define dados pessoais como dados que permitem a identificação de um indivíduo, direta ou indiretamente. É uma definição bastante abrangente e prevemos que esta definição se vá expandir ao longo do tempo. Significa, especificamente, que os endereços IP, dados de localização ou outros fatores que possam identificar a pessoa, sejam contemplados pela nova lei.

A definição de “dados pessoais” na lei dá uma boa indicação do tom da nova legislação, em que os dados são considerados um ativo precioso e as regulações sobre os mesmos estão a ficar mais exigentes. Não é por acaso que isto vai ao encontro das novas tendências tecnológicas como cloud computing, redes sociais, móvel e Internet of Things (Internet das Coisas – IoT) sendo que a recolha e análise adequada de dados se estão a tornar diferenciadores estratégicos. Neste sentido, o regulador Europeu está a acompanhar a realidade.

4 elementos de mudança

Se a legislação existente estabeleceu as fundações para a proteção de dados, o GDPR expande essas mesmas fundações. Nos últimos anos, verificaram-se diversos desenvolvimentos ao nível da privacidade de dados pessoais – nomeadamente a invalidação do Safe Harbour – o que criou bastante hype à volta do GDPR. Como resultado, muitas organizações têm sérias preocupações relativamente à nova legislação, mas na realidade não há motivo para tal, afirma Kalliopi Spyridaki, Chief Privacy Strategist para a Europa do SAS: “As regras são mais exigentes, mas os princípios básicos são os mesmos há vários anos. Neste sentido, o GDPR é mais sobre rever processos de conformidade, do que construir algo a partir do zero.”

Não obstante, Spyridaki destaca 4 elementos de alto nível que estão a mudar com a introdução do GDPR:

1 Mais disciplina

Com a nova regulação, a aplicação da lei é mais exigente. As Autoridades de Proteção de Dados terão mais recursos e associar-se-ão num novo organismo pan-europeu com pareceres vinculativos. Além disso, as coimas serão tão elevadas – até 4% do volume de negócios anual de uma organização – que o GDPR despertou automaticamente as organizações de todas as indústrias. “Atualmente, na Europa, só se verificam coimas ao mesmo nível na lei da concorrência. O receio de ser multado não deveria ser a razão principal para o cumprimento, mas é certamente razão para estar atento. Há 5 anos a privacidade de dados era um problema de cumprimento legal que não chegava, sequer, ao top 10. Atualmente está no topo da ordem de trabalhos”, referiu Spyridaki.

2 Maior responsabilização

O GDPR torna as organizações responsáveis pela proteção dos dados pessoais. Serão elas as detentoras do ónus da prova, no que diz respeito à eventualidade, modo e grau de proteção dos dados pessoais. Atualmente, está estabelecido um processo bastante formal para obter autorização para processar dados: que tipo de dados processam? Transferem-nos para terceiros? No futuro, será mais sobre o quão bem organizados estão os processos de negócio, do que obter uma autorização formal. Neste sentido, será útil ter alguém, interna ou externamente, que perceba de privacidade de dados, que saiba fazer alterações e aplicar a lei.

3 Privacidade à medida

O primeiro passo para todas as organizações será um exercício de mapeamento de fluxo de dados em que toda a organização está envolvida, porque a privacidade à medida, necessita que todos os departamentos analisem os seus dados e saibam geri-los. Após identificar onde estão os seus dados pessoais e o que faz com os mesmos, tem de os proteger da forma correta. “Observar os seus dados doponto de vista de privacidade de dados, do desenvolvimento do produto na cadeia de produção até ao consumidor final, é a essência da nova lei de privacidade de dados. A maioria das empresas já possuiu um sistema que lhes permite identificar dados pessoais, por terem de cumprir com a lei de proteção de dados em vigor. A nova lei força as organizações a ir mais ao pormenor mas, felizmente, existem diversas soluções que podem auxiliar neste processo de revisão. O SAS encontra-se numa posição privilegiada para apoiar os seus clientes com a identificação e gestão de fluxos de dados de forma a permitir a conformidade com o GDPR.”

A privacidade à medida pressupõe também maior transparência nos dados e na transferência dos mesmos. Provavelmente já ouviu falar da “batata quente” do novo regulamento: o direito de ser esquecido. O que nos leva ao quarto grande fator de mudança no campo da privacidade de dados: um claro enfoque no cliente.

4. Colocar o indivíduo em primeiro lugar

A nova regulação de proteção de dados dá poder ao indivíduo colocando o cliente no centro da proteção de dados. Por exemplo, o direito à portabilidade de dados prevê que quando os clientes desejem mudar de e-mail, terão a possibilidade de mover totalidade dos seus dados para o novo operador. Atualmente, os consumidores podem solicitar que a sua informação pessoal seja apagada, mas o GDPR amplia o direito de eliminação com o já mencionado “direito de ser esquecido”. “Para além da conformidade, o maior desafio será a alteração na atitude das organizações relativamente à privacidade. A privacidade está a tornar-se um elemento muito importante nos negócios. Será um componente chave para construir a confiança dos clientes e ganhar uma vantagem competitiva, porque os clientes valorizam a privacidade. Valorizam igualmente procedimentos fáceis e transparentes que garantam os seus direitos”, comentou Spyridaki.

Adotando a inovação

Juntamente com a renovação das regras de proteção de dados, estão a entrar no mercado players inovadores. Por exemplo a Hoxton Analytics, um contador de pessoas da próxima geração, ajuda os retalhistas a perceber os seus clientes sem registar dados pessoais. A sua solução cria um chão inteligente que captura imagens do calçado das pessoas. As imagens são combinadas com várias camadas de aprendizagem automática e inteligência artificial, meios que o sistema utiliza para contar pessoas automaticamente. O que é ainda mais surpreendente: pode inteligentemente categorizar as pessoas demograficamente com base nos sapatos que usam e nos seus padrões de deslocação.

Juntamente com a renovação das regras de proteção de dados, estão a entrar no mercado players inovadores.

Spyridaki: “Existe um poder de transformação na digitalização do mundo e estou convencido que iremos continuar a ver mais inovação em torno dos dados e da privacidade. Consequentemente, veremos também a introdução de mais regras para ajudar as pessoas a sentirem-se confortáveis com as inovações relativas aos dados. A proteção de dados e a privacidade encontram-se numa fase de transição. Se comparar a indústria de dados com um setor mais tradicional, como serviços financeiros, torna-se bastante evidente que o mercado dos dados apresenta uma regulamentação deficiente, porque é de certa forma um mercado emergente. Vai demorar alguns anos mas, no fim, a indústria dos dados será também um mercado regulado e maduro.”

A Europa encontra-se na liderança da legislação da privacidade, mas outros países do mundo também estão num nível comparável (por exemplo o Canadá ou a Austrália) ou a avançar consistentemente no campo da regulação. “É muito mais fácil transferir dados para jurisdições que possuem um nível adequado de proteção de dados. Vemos uma tendência em economias emergentes, particularmente na Ásia e América Latina, que valorizam a economia de dados refletida no novo GDPR. Mas também dentro da União Europeia, o GDPR trará mais transparência e irá conduzir a regras mais harmonizadas. Atualmente, a interpretação da Diretiva de Proteção de Dados não é consistente entre os Estados-Membro da UE.

ref : sas.com/pt_pt/events/2016/sas-forum-getinspired/optimize-fraud-detection-security-risk/GDPRparaalemdohype

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+351.30.880.75.50

Ilhas portuguesas entre as 10 melhores da Europa

Os resultados dos «The 2017 World’s Best Awards» (Prémios Melhores do Mundo de 2017) já foram revelados. Os leitores da revista Travel + Leisure votaram e elegeram o Arquipélago dos Açores
com um resultado: 86.29 entre os «10 Melhores Ilhas da Europa».

Estas votações valem o que valem e são sempre muito discutíveis. No entanto, existe uma certeza: são decisões verdadeiras, consoante a experiência de cada um, e não listas «compradas». E, claro, são sempre boas sugestões para a sua próxima viagem.

Sol, mar, cultura, gastronomia e um passado ancestral. Os vencedores das «Melhores Ilhas da Europa» são destinos onde a história está sempre presente, e onde cada pôr-do-sol parece mais fascinante que o anterior.

Os leitores da revista avaliaram as atividades e pontos turísticos, atrações naturais e praias, comida, simpatia e valor global das ilhas, segundo a sua experiência pessoal.

Conheça também as duas cidades portuguesas entre as 10 melhores da Europa.